Esta é a seção Top X, onde elaboramos um Top que pode ser sobre os mais diversos assuntos. A letra X no título é propositalmente uma incógnita, pois poderemos fazer um Top com qualquer valor.
Uma das maiores trilogias da história do cinema, O Senhor dos Anéis é baseado na clássica e quase incomparável obra homônima de J. R. R. Tolkien. Seus três filmes, que juntos compõem uma única história diretamente sequencial, são: “A Sociedade do Anel”, “As Duas Torres” e “O Retorno do Rei”. Os filmes narram a épica jornada de Frodo Bolseiro rumo à Montanha da Perdição – em Mordor – para destruir o Um Anel, enquanto Sauron – o Senhor do Escuro – tenta destruir a Terra Média e por fim à Terceira Era.
Aclamada pelo público e pela crítica, a série de filmes de Peter Jackson, exibida nos primórdios dos anos 2000, é até hoje considerada uma das melhores da história do cinema, com a mesma estando viva na memória de muitas pessoas.
Com um material original ainda mais rico e belo, Tolkien criou nas belas páginas de sua grande obra personagens e momentos incríveis. Neste Top X, listaremos os sete melhores momentos de O Senhor dos Anéis, contudo levaremos em consideração a versão cinematográfica dos mesmos.
Sem mais delongas, confiram nossa lista.
[AVISO: O TEXTO ABAIXO PODE CONTER SPOILERS!!! SE VOCÊ AINDA NÃO LEU OU ASSISTIU O SENHOR DOS ANÉIS, LEIA POR SUA CONTA E RISCO.]
07 – Batalha dos Campos de Pelennor

A épica Batalha dos Campos de Pelennor aconteceu no terceiro filme, O Retorno do Rei. Nessa épica sequência, os homens de Gondor e de Rohan lutaram para proteger a cidade de Minas Tirith contra o ataque do exército de Orcs de Sauron. Toda a preparação para o confronto foi excelente, culminando com as épicas cenas dos cavaleiros de Rohan enfrentando milhares de Orcs e homens que se colocaram ao lado de Sauron. Com direito a mamutes gigantes, confronto com os Nazguls, invasão das muralhas de Minas Tirith e muito mais, a batalha é até hoje referência para toda cena de guerra e vive na memória de todos que a assistiram. Destaque especial para os confrontos e atuações de Gandalf, Eowyn, Theoden, Légolas e Aragorn.
06 – Marcha dos Ents em Isengard

Uma das cenas finais do segundo filme, As Duas Torres, a marcha dos Ents – espécies de árvores ancestrais gigantes, com movimento, fala e inteligência próprios – é um clímax excelente para o desenrolar da segunda parte da trilogia. Nessa memorável cena, os Ents – enfurecidos ao ver a grande destruição que Saruman causara nas florestas – rompem a barreira construída pelo Mago Branco e seus Orcs, em Isengard, e liberam toda água represada. A enorme inundação é suficiente para destruir todo esquema de produção de Saruman e por fim à sua fonte principal de armamento e criação de Orcs para o exército de Sauron. A cena é incrível, ver os Ents enfrentando a armada de Orcs enquanto rompem a barreira é épico. Há detalhes minuciosos, como por exemplo o de um Ent pegando fogo por causa dos ataques recebidos e se apagando nas águas liberadas da barreira. Por fim, ver o desespero de Saruman com sua ruína é impagável.
05 – Conselho de Elrond

O Conselho de Elrond é um ponto alto muito interessante do primeiro filme, pois é o que dá nome ao mesmo, afinal o resultado do dele é a formação da Sociedade do Anel. É no Conselho de Elrond que os representantes dos mais importantes povos da Terra Média tomam conhecimento do retorno de Sauron e o Um Anel, bem como decidem o que fazer com o objeto mais valioso e perigoso do mundo. Cheio de tensão e reviravoltas, esse é um dos momentos mais importantes da trilogia, com a formação da Sociedade do Anel e a definição do que seria toda a longa jornada vindoura, a saga pela destruição do Um Anel na montanha da perdição.
04 – Gandalf encoraja Frodo e enfrenta Balrog

Após entrarem nos salões de Moria, Frodo começa a fraquejar diante do enorme fardo de levar o Um Anel para a Montanha da Perdição. Ele diz a Gandalf que gostaria de nunca ter recebido o Um Anel e que nada do que estava acontecendo tivesse realmente se desenrolado. Gandalf responde: “E eu também, assim como todos aqueles que vivem em tempos como esse. Mas não cabe a eles decidir isso. Tudo o que temos que decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado”. Com essa fala épica, Gandalf ensina a Frodo a inestimável lição da responsabilidade e do cumprimento do dever. Logo depois, Gandalf enfrenta o Balrog, numa épica cena, e se sacrifica pela continuidade da Sociedade do Anel, personificando um personalidade madura e obstinada no cumprimento do seu nobre dever.
03 – Samwise carrega Frodo

Poucas cenas tem tanto poder quanto a que mostra Sanwise Gamgee, exausto, buscar forças sabe-se lá de onde para carregar Frodo até o destino final na Montanha da Perdição. Como descrevi aqui, Sam é o maior personagem de toda a obra justamente por mostrar uma lealdade inabalável. Vê-lo se superar bravamente para ajudar Frodo a cumprir sua tarefa, depois de tudo o que ele já passara em sua longa jornada, é de encher os olhos de qualquer um. É impossível ver essa cena e não guardá-la, com carinho, para sempre.
02 – Discurso de Aragorn em frente ao Portão de Mordor

Talvez o maior discurso de um líder (ou rei) para o seu exército já exibido nos cinemas. Aragorn, já a vontade no papel ao qual estave destinado, assume seu lugar de fato como herdeiro de Isildor e marcha para o portões de Mordor com o exército dos homens. Mesmo perante o lugar onde eles não pareciam ter chances, e com o imenso Olho de Sauron totalmente voltado para ele e seu exército, Aragorn profere o épico discurso que resumidamente nos ensina a não deixar de lutar hoje só porque algum dia tudo pode piorar. Um discurso que derruba o niilismo no corações de todos os homens e os chamam para o cumprimento do dever e das responsabilidades. Simplesmente memorável!
01 – Coroação de Aragorn

A coroação de Aragorn é um desfecho maravilhoso para toda a épica jornada que é O Senhor dos Anéis. Ao assumir seu lugar como herdeiro de Isildor e legítimo rei dos homens, Aragorn é coroado perante uma multidão e, em seu primeiro ato, ele se curva aos Hobbits, os pequeninos do Condado que bravamente lutaram e salvaram a Terra Média. Em seguida, toda multidão se curva, a exemplo de seu rei, para os Hobbits. A cena é fantástica e emocionante, com o gesto de Aragorn mostrando seu caráter, sua humildade e seu espírito de gratidão inigualável, qualidades tão essenciais para um grande rei. Fecha-se o arco de Aragorn, fecha-se também o arco dos destemidos e guerreiros Hobbits, que com bravura inigualável, salvaram a Terra Média.
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