A nossa Indicação Cultural da vez é o colossal Watchmen, de Alan Morre e Dave Gibbons.
Wacthmen é considerado – ao lado de “Batman o Cavaleiro das Trevas”, de Frank Miller – a maior obra da história dos quadrinhos, e dispensa maiores apresentações.

Capa da Edicação Definitava de Watchmen, lançada pela Panini Comics.
Ambientado na década de 80, Watchmen acontece numa realidade onde Richard Nixon teria conduzido os EUA à vitória na Guerra do Vietnã, tornando-se presidente por muito tempo. Contudo, a Guerra Fria continuara e a crise dos mísseis era uma ameaça constante de extinção da humanidade.
Sob esse plano geopolítico, a história ainda conta com super heróis de verdade, e sobre o dilema que é a convivência das pessoas comuns e das autoridades constituídas com os mesmos, tanto num contexto local quanto global.
Dessa premissa, Watchmen traz uma história fabulosa sobre a condição humana, a disputa por poder, a justiça, a violência e a liberdade. Soma-se a isso personagens de grandeza quase inenarráveis e duas das maiores questões morais e filosóficas da civilização humana: “Quem vigia os vigilantes?” e “Os fins justificam os meios?”.
Com tudo isso, Watchmen é mais do que recomendado, sendo uma expressão única dos quadrinhos e pedra angular na história da arte sequencial.
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